A peça é mais uma vez o exercício da inteligência, do humor e do profundo interesse de Millôr Fernandes pelo ser humano. Millôr traça um grande painel da trajetória humana de Adão até a Bomba H, esmiuçando os seus sentimentos, medos, mesquinharias, lutas e sua capacidade de criar e destruir. Como colagem, modalidade de espetáculo em que Millôr é pioneiro, a peça se desenvolve com a inserção freqüente de citações de autores consagrados como Shakespeare, Gonçalves Dias, Rubem Braga, Joyce etc. É o homem fazendo e contando a história. Direção de Ricardo Sanfer.
























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